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DIVULGAÇÃO DOS ARTISTAS SELECIONADOS PARA EXPOR NA PICCOLA GALLERIA

De 97 trabalhos de várias partes do Brasil, seis artistas foram escolhidos no 2º Programa de Seleção

A Casa Fiat de Cultura já tem os nomes dos artistas selecionados para expor seus trabalhos na Piccola Galleria, espaço de permanente incentivo às expressões artísticas. Dentre os 97 inscritos no 2º Programa de Seleção, seis foram escolhidos: Fernanda Fernandes (Belo Horizonte), Ildeu Lazarinni (Belo Horizonte), Maíse Couto (Belo Horizonte), Mariângela Haddad (Ponte Nova-MG), Miro Bampa (Vinhedo-SP) e Wendell Leal (Belo Horizonte). Os trabalhos, inéditos e com técnicas diferenciadas, reúnem fotografias, aquarelas, pinturas a óleo e acrílica, instalação e assemblages. As mostras serão realizadas a partir do segundo semestre e se estendem até 2018, com duração de 50 dias cada uma, sempre com entrada gratuita.

Nesta segunda edição do Programa de Seleção da Piccola Galleria um comitê de especialistas foi responsável pela escolha dos trabalhos. Lucas Guimaraens, embaixador pelo Círculo Universal dos Embaixadores da Paz (entidade ligada à ONU), membro do Conselho Consultivo e Deliberativo da Cátedra de Filosofia da Cultura e das Instituições Culturais da Unesco e superintendente de Bibliotecas Públicas e Suplemento Literário de Minas Gerais; Sérgio Vaz, artista plástico e professor da Escola Guignard; Rodrigo Vivas, professor de História da Arte da Escola de Belas Artes da UFMG e diretor do Centro Cultural UFMG; e Freusa Zechmeister, arquiteta, cenógrafa e designer, foram os profissionais convidados pela Casa Fiat de Cultura para compor a comissão avaliadora.

“O primeiro momento foi de impacto por saber da existência de uma produção tão extensa como a que foi apresentada no programa de seleção da Casa Fiat de Cultura. Essa iniciativa precisa ser disseminada por outros centros culturais no país. Nós quatro, como curadores, ficamos atentos à coerência, conteúdo e técnicas, três critérios básicos de toda curadoria”, explica Lucas Guimaraens. “Percebi muita originalidade nas propostas e nas obras apresentadas, com conceitos bem amarrados e muito consistentes. Segundo o conceito aristotélico, toda arte é uma recriação. A originalidade, portanto, não se dá necessariamente no novo pelo novo, mas pela recriação bem elaborada e autêntica. E isso nós vimos nos trabalhos selecionados. Buscamos também os trabalhos que nos levavam a múltiplas interpretações, que continham uma polissemia. Há muitas propostas de gente nova e artistas de renome, e isso significa que há um grupo muito forte que não parou de criar”, assinala Guimaraens.

Rodrigo Vivas entende que, com o Programa de Seleção, a Casa Fiat de Cultura se consolida como um espaço de diversidade ao aceitar essa pluralidade na produção artística. “Aceitar propostas de jovens artistas sem experiência expositiva prévia é também um ponto significativo. Percebo que o grande desafio para os jovens artistas ainda é a dificuldade de elaborar um portfólio coerente. A coerência artística é tão fundamental quanto o conteúdo. Nem sempre é possível, por exemplo, misturar pintura abstrata com figurativa na mesma proposta. Não estamos avaliando só o artista, mas a possibilidade expositiva em um espaço. Transformar seu trabalho artístico em um projeto e pensar na coerência de uma exposição é fundamental e deve ser um exercício para o artista”, ressalta.

Freusa Zechmeister acredita que participar da seleção é uma oportunidade muito rica para todos os artistas, selecionados ou não, repensarem a elaboração de seus projetos. “Vemos muitos trabalhos com potencial, mas que não estão apresentados da melhor maneira. Ninguém é sozinho neste mundo. Então pode ser uma boa trocar ideia com colegas artistas, com professores, curadores e outros profissionais que ajudem o artista a pensar sobre a própria obra e às vezes levantar questões que o próprio autor não tinha percebido, por exemplo”.

“Gostei de ver que muitos trabalhos chegaram com uma pegada contemporânea, sem tanta complexidade de interpretação e isso é um ponto interessante. Eu, quando era um artista recém-formado, já participei de muitos programas de seleção e acho que este é o caminho natural do artista. Incentivo sempre meus alunos a enviarem propostas porque essa visibilidade é fundamental no começo da carreira”, completa Sérgio Vaz.

Na seleção de 2016, 40 artistas se inscreveram e seis foram selecionados: Antonio Pinto da Fonseca Junior, Daniel Pinho, Daniel Tavares, Marcus Amaral, Renata Laguardia e Thaieny Dias. Nesta segunda edição o número de inscritos mais que dobrou, chegando a quase cem inscrições.

 

Todas as exposições terão ações conjuntas entre a curadoria e o Programa Educativo da Casa Fiat de Cultura. Durante o período das mostras, os educadores da instituição oferecerão visitas mediadas para públicos agendados e espontâneos. Utilizando o conceito ampliado de acessibilidade, a mediação visa facilitar o acesso ao espaço e aos conteúdos não apenas para pessoas com deficiência, mas para todos os públicos. Gratuitas e abertas ao público, as atividades educativas dialogarão com as exposições, estimulando as múltiplas possibilidades de reflexão, particulares a cada mostra.

 

A Piccola Galleria é um ambiente dedicado às artes visuais e sua criação marcou os 10 anos da Casa Fiat de Cultura. Situada ao lado do painel “Civilização Mineira”, de Candido Portinari, no Hall Principal da Casa Fiat de Cultura, o pequeno recinto é destinado a exposições de curta duração, mas com toda a visibilidade que a instituição enseja. Intimista e com grande circulação de público, o espaço recebe cerca 80 mil visitantes por ano. A Piccola Galleria conta com a chancela da Casa Fiat de Cultura e do Circuito Liberdade, um dos mais importantes corredores culturais do país.

Fernanda Fernandes (Belo Horizonte-MG)
Artista visual, pintora e desenhista, Fernanda estudou artes plásticas na Escola Guignard. Sua pesquisa atual investiga a paisagem e seu caráter transiente. A artista apresentará a série de aquarelas Amorfo Logia, feita a partir da observação de elementos vegetais, como troncos e folhas secas, transitando entre abstração e realidade.

 

Ildeu Lazarinni (Belo Horizonte-MG)
Atualmente reside em São Paulo, onde participou de cursos sobre arte contemporânea e expografia. Doutor em engenharia de biomateriais, Ildeu incorporou os conhecimentos biológicos à sua prática artística para desenvolver a série Núcleos flutuantes. A instalação apresenta volumes que se assemelham a modelos macroscópicos de pequenos organismos, feitos em poliuretano expandido atóxico e alfinetes.

                                                     

Maíse Couto (Belo Horizonte-MG)
Graduada em artes plásticas pela Escola Guignard, frequentou ateliês de desenho e pintura e atualmente desenvolve pesquisa em pintura e desenho. As obras que compõem a série Estar no mundo, sem ser do mundo combinam técnicas de tinta a óleo, tinta acrílica e carvão vegetal. A série apresenta cenas cotidianas com uma linguagem poética e leve, onde figuração e abstração se entremeiam.

 

Mariângela Haddad (Ponte Nova-MG)
Formada em arquitetura pela École Nationale Supérieure des Beaux-Arts (França), e em artes plásticas pela Escola Guignard, com habilitação em pintura, cerâmica, fotografia e gravura em metal. Apresentará a série Por trás do tapume, com fotografias tiradas no bairro Sion, na capital mineira. A partir das fotografias a artista discute a preservação e a superação de memórias num ambiente urbano.

 

Miro Bampa (Vinhedo-SP)
O artista apresentará a série O que escondo só a mim basta, uma seleção de colagens sobre placas de parafina feitas a partir de memórias afetivas. A espessura das camadas de encáustica revela e oculta, simultaneamente, as memórias e construções visuais do artista e sua maneira peculiar de representar figuras humanas.

 

Wendell Leal (Belo Horizonte-MG)
É bacharel em direito pela PUC Minas e pós-graduado em artes plásticas e contemporaneidade pela Escola Guignard. Aluno no ateliê de aquarela de Mário Zavagli, referência desta linguagem, Wendell apresentará a série de pinturas e aquarelas O parque. O trabalho, que retrata detalhes da vegetação que circunda os limites do Parque Municipal de Belo Horizonte, aborda de maneira sensível a relação entre natureza e o cotidiano da cidade.

Há 1​1 ​anos, a Casa Fiat de Cultura cumpre importante papel na transformação do cenário cultural mineiro, ao apresentar, em Belo Horizonte, 30 importantes exposições, de renomados artistas brasileiros e internacionais. A grande arte de Caravaggio, Chagall, De Chirico, Rodin, Tarsila do Amaral e outros pôde ser apreciada e discutida de forma gratuita ao longo dos anos, por todos os públicos, de todas as idades e classes sociais.​

Sempre com mostras inéditas, a instituição, mantida pelas empresas do Grupo Fiat Chrysler Automobiles (FCA) e CNH Industrial, desenvolve um Programa Educativo que é peça fundamental nesse trabalho de valorização e de ampliação do conhecimento proporcionado a seu público. Para cada exposição, são idealizados conceitos e temáticas a serem trabalhados em atividades educativas, em um modelo de Ateliê Aberto, que proporciona aos visitantes um espaço de experimentação livre e de participação nos processos do fazer criativo.

Cerca de 2 milhões de pessoas já visitaram a Casa Fiat de Cultura e mais de 300 mil pessoas participaram das atividades educativas. Para cada público, uma abordagem especial é adotada, com o intuito de encantar e transformar, de maneira positiva, o imaginário de cada visitante. É com esse espírito de envolvimento e inclusão que a Casa Fiat de Cultura tornou-se referência no Brasil, por meio da arte e da cultura, ao proporcionar experiências memoráveis ao público.

Casa Fiat de Cultura
Resultado do 2º Programa de Seleção da Piccola Galleria
Circuito Liberdade
Praça da Liberdade, 10 – Funcionários – BH/MG
Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 21h – Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h

 

Informações
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