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Agosto na Casa Fiat de Cultura

CASA FIAT DE CULTURA TRAZ PELA PRIMEIRA VEZ AO BRASIL A EXPOSIÇÃO  “SÃO FRANCISCO NA ARTE DE MESTRES ITALIANOS”

Obras de importantes coleções italianas, que datam dos séculos XV a XVIII, traduzem as fases mais relevantes da representação de São Francisco. A mostra inclui um passeio virtual à Basílica Superior de Assis, na Itália

Séculos se passaram e as artes renascentista e barroca continuam encantando a humanidade. Obras de mestres como Tiziano Vecellio, Perugino, Orazio Gentileschi, Guido Reni, Guercino e os Carracci fazem, hoje, parte de importantes coleções italianas e chegam pela primeira vez ao Brasil. Este incomparável acervo poderá ser apreciado na Casa Fiat de Cultura, a partir do dia 8 de agosto, na exposição “São Francisco na Arte de Mestres Italianos”, que reúne 20 obras realizadas entre os séculos XV e XVIII. Com curadoria do especialista em História da Arte, Giovanni Morello – que idealizou e curou diversas exposições de arte antiga na Itália, no Vaticano e outros países e integra a comissão permanente de tutela dos monumentos históricos e artísticos da Santa Sé – e do professor Stefano Papetti, diretor da Pinacoteca Civica Di Ascoli, a mostra apresenta as fases mais relevantes da representação de São Francisco por meio de obras que se integraram à cultura local de toda uma época e que ainda encontram espaço na cultura ocidental por seus valores artístico, histórico e simbólico.

Entre as obras, o público conhecerá os quadros “San Francesco riceve le stimmate” (1570), de Tiziano Vecellio, “San Francesco sorretto da un Angelo” (primeira metade do séc. XVII), de Orazio Gentileschi, e “San Francesco confortato da un angelo musicante” (1607-1608), de Guido Reni, que também pintou a Bandeira de Procissão “Francesco riceve le stimmate (frente); San Francesco predica ai confratelli (verso)” (séc. XVII), “San Francesco d’Assisisi e quattro disciplinati” (1499), de Perugino, e “San Francesco riceve le stimmate” (1633), de Guercino. A exposição traz, ao todo, acervos de 15 museus de 7 cidades italianas: Galleria Corsini, Palazzo Barberini, Musei Capitolini, Museo di Roma, Museo Francescano dell’Istituto Storico dei Cappuccini (Roma); Pinacoteca Civica, Sacrestia della chiesa di San Francesco, Convento Cappuccini (Ascoli Piceno); Museo Nazionale d’Abruzzo (L’Aquila), Galleria Nazionale dell’Umbria (Perugia); Istituto Campana per l’Istruzione permanente (Osimo); Museo Civico (Rieti), Pinacoteca Nazionale (Bolonha) e Duomo di Novara (Novara). A mostra conta, ainda, com uma importante obra de Ludovico Cardi (conhecido como Cigoli), “St. Francis Contemplating a Skull”, propriedade do colecionador e ator ítalo-americano Federico Castelluccio. O quadro virá de Nova York para integrar a exposição de Belo Horizonte.

Proporcionando uma experiência imersiva e única, a mostra também inclui uma sala de Realidade Virtual que vai transportar o visitante da Casa Fiat de Cultura para a Basílica Superior de Assis (1228), na Itália, com o uso de óculos de tecnologia 3D.  Será possível caminhar por uma das mais importantes e belas basílicas do país e conhecer obras-primas do pintor italiano Giotto (1267-1337), artista símbolo dos períodos medieval e pré-renascentista. Tradição, arte e tecnologia se encontram nesta exposição, que ficará aberta à visitação até 21 de outubro, com entrada gratuita.

 

Serviço

Exposição “São Francisco na Arte de Mestres Italianos na Casa Fiat de Cultura”

Curadoria: Giovanni Morello e Stefano Papetti

8 de agosto a 21 de outubro de 2018

Terça a sexta, das 10h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h

Entrada gratuita

 

 

ESTAR NO MUNDO, SEM SER DO MUNDO: MAÍSE COUTO NA PICCOLA GALLERIA DA CASA FIAT DE CULTURA

Com uma série de sete de pinturas, a artista apresenta cenas cotidianas com uma linguagem poética e leve, nas quais figuração e abstração se entremeiam

 

A artista plástica Maíse Couto apresenta suas obras na Piccola Galleria da Casa Fiat de
Cultura. A exposição “Estar no mundo, sem ser do mundo” conta com uma série de sete
pinturas, sendo cinco delas inéditas, em tamanhos variados. As obras delineiam um universo
pictórico elaborado a partir da experimentação de um espaço que não se submete
linearidade de nenhuma perspectiva conhecida, mas a uma paisagem só experimentada no
território livre da poesia e da pintura. A mostra, com entrada gratuita, fica aberta à visitação
de 14 de agosto a 30 de setembro.

As obras que compõem a série combinam técnicas de tinta a óleo, tinta acrílica e carvão
vegetal, e são fruto da imersão de Maíse Couto em suas questões pessoais e do
enfrentamento da rotina solitária e silenciosa do ateliê. O processo criativo da artista se dá a
partir do problema da tela em branco e no decorrente jogo de seleção e deleção instaurado na
busca de equilíbrio plástico de elementos que atravessam as fronteiras entre a figuração e a
abstração. “Entro lentamente na pintura, sem imagens ou orientações preconcebidas. Alinho-
me a intuição, principalmente no uso das cores. Com a tela branca no chão e usando tinta
acrílica, as formas vão surgindo, dando a organização quase lúdica dos planos, ativando jogos,
que fazem a composição vibrar, movimentando o olhar. A cor dita o ritmo, faz acontecer,
muito mais que a composição ou o tema”, explica Couto.

As paisagens imaginadas são, normalmente, habitadas por uma criança inspirada nos retratos
de sua filha. O símbolo personifica sua própria imagem infantil em espaços indefinidos, em
situações e ações que revelam resquícios mesclados de lembranças e de imaginação
absolutamente inconscientes, refazendo no plano suas “lembranças indiretas”. Segundo a
artista, a motivação para a escolha da cena está diretamente relacionada ao sentimento,
pensamento ou acontecimento que a movem naquela ocasião, sem julgamentos ou censuras.
“Fragmentos intuitivos que na fatura da pintura se mesclam aleatoriamente com impulsos
gestuais plasmados em cores e formas irreconhecíveis criando prováveis metáforas e
permitindo uma leitura aberta ao espectador. O resultado é a submersão de camadas físicas e
metafísicas, organizadas, ajustadas no plano pictórico”, completa.

A mostra “Estar no mundo, sem ser do mundo” é uma realização do Ministério da Cultura, por
meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Casa Fiat de Cultura, com o patrocínio da Fiat
Chrysler Automóveis (FCA), Banco Fidis, Fiat Chrysler Finanças, Fiat Chrysler Participações e
Banco Safra. A exposição conta com apoio institucional do Circuito Liberdade, Instituto
Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), Governo de Minas e Governo Federal.

Maíse Couto

Maíse Couto vive e trabalha em Belo Horizonte. Graduada em Odontologia e Artes Plásticas com habilitação em desenho e pintura pela Escola Guignard, da Universidade do Estado de Minas Gerais, sendo também pós-graduada em Desenvolvimento e Gestão Cultural.

Selecionada para mostra individual “Estar no mundo, sem ser do mundo”, na Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura, Belo Horizonte (2018) e “Tu és eu, eu sou tu”, na Galeria de Arte da CEMIG, Belo Horizonte (2018).

Suas últimas exposições individuais foram “Como Arrumar Flores num Jarro”, Colégio Loyola, Rede Jesuíta de Educação, Belo Horizonte (2018); Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Belo Horizonte (2017); Fundação de Arte de Ouro Preto – FAOP, Ouro Preto (2017); e a mostra de desenhos, fotografia e instalação “Indizível”, Escola Guignard, Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG, Belo Horizonte (2015).

Participou das exposições coletivas do VII Salão de Arte de Itabirito, em Itabirito (2017); onde recebeu menção honrosa no VII Salão de Arte de Itabirito; Museu das Minas e do Metal, Belo Horizonte (2017) e Fundação de Arte de Ouro Preto – FAOP, Ouro Preto (2017). Dentre outras, expôs na Galeria de Arte da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte (2016) e na Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG, Belo Horizonte (2016).

 

SERVIÇO

Exposição “Estar no mundo, sem ser do mundo” – Maíse Couto na Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura                                                                                                                                                       

14 de agosto a 30 de setembro de 2018

Terça a sexta, das 10h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h

Entrada gratuita

O PAINEL “CIVILIZAÇÃO MINEIRA” DE CANDIDO PORTINARI

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), este é o maior painel de Candido Portinari em Minas Gerais, medindo 2,34 X 8,14 metros. Em exposição permanente, a obra conta, agora, com ficha técnica em braile, além de peças multissensoriais que fazem parte dos recursos de mediação para pessoas com deficiência visual. O painel retrata a mudança da capital mineira, da cidade de Ouro Preto para Belo Horizonte, em 12 de dezembro de 1897. Em meio à paisagem, a presença de Tiradentes e outras personalidades retoma outro marco da história do Estado: a Inconfidência Mineira (1789). Com técnica mista, têmpera e óleo, a obra é caracteristicamente modernista, sem abrir mão de fundamentos da pintura clássica. Portinari (1903 – 1962) é considerado um dos maiores artistas brasileiros do século XX, tanto por sua produção estética quanto pela atuação consciente nos âmbitos cultural e político.

A conservação do painel de Portinari foi feita pelo Grupo Oficina de Restauro, mesma equipe de especialistas que realizou a restauração da obra em 2014, quando a Casa Fiat de Cultura assumiu a salvaguarda do painel. De acordo com a coordenadora do projeto de conservação, Rosângela Reis Costa, “o exercício de avaliação e intervenção periódicas ao painel é essencial para que o trabalho original do pintor seja preservado, evitando perdas irreparáveis ou a necessidade de uma nova restauração, medida que só é tomada quando a obra já está muito danificada pelo tempo e manuseio indevido”.

 

SERVIÇO


Exposição permanente: painel Civilização Mineira, 1959 (Candido Portinari)

Horário: das 10h às 21h de terça à sexta

das 10h às 18h sábado, domingo e feriados

Entrada gratuita

QUARTAS ITALIANAS – A ICONOGRAFIA DE SÃO FRANCISCO NA ARTE DO PERÍODO MEDIEVAL  AO BARROCO

O italiano Stefano Pepetti, diretor da Pinacoteca Civica Di Ascoli Piceno na Itália, irá falar sobre a exposição “São Francisco na arte de mestres italianos”, da qual é um dos curadores. O palestrante abordará a construção da iconografia de São Francisco de Assis na arte, de período Medieval ao Barroco.

As pinturas de Tiziano, Perugino, Gentileschi, Guido Reni, Guercino, Carracci e Cigoli, entre outros, serão reveladas através do olhar desse historiador e especialista da arte italiana. Uma oportunidade única de ouvir o curador desta exposição, inédita no Brasil, falar sobre os símbolos, detalhes e desenvolvimento da imagem de um dos santos mais retratados da história oriental.

Papetti também irá percorrer os conceitos que norteiam os três eixos da exposição: Imagem, Os estigmas e Conversas Sagradas. Primeiramente representado como um pobre homem faminto e malvestido, depois como um belo santo com as chagas de Cristo, a iconografia de São Francisco chega ao ápice no momento em que ele divide espaço com as figuras mais importantes do catolicismo, Maria e Jesus, e com seus discípulos, os franciscanos. A participação é gratuita, sujeita à lotação do espaço (200 lugares). Distribuição de senhas a partir das 18h30.

Prof. Stefano Papetti

Historiador e conservador italiano. Diretor da Pinacoteca Civica, da Galleria Civica di Arte Contemporanea Osvaldo Licini e do Museo dell’Arte Ceramica de Ascoli Piceno. Professor de Museologia e Restauro de Bens Culturais da Universitá degli Studi di Camerino e presidente da Fondazione Salimbeni de San Severino Marche. Curou diversas exposições dedicadas ao período Gótico e aos pintores do Renascimento italiano.

SERVIÇO

Dia: 8/agosto

Horários: 19h30 às 21h

Vagas: 200 vagas (A distribuição das senhas será a partir das 18h30)

Informações:  (31) 3289-8900

ATELIÊ ABERTO DE PINTURA

 

O Ateliê Aberto irá abordar os conceitos básicos da pintura como técnica e linguagem, por meio da experimentação livre. O público poderá desenvolver suas habilidades em técnicas de composição, perspectiva e luz e sombra, além da fabricação de tintas artesanais.  Para as crianças as atividades envolverão os conceitos de cor, forma e composição.

O ateliê funcionará em dois horários com 30 vagas para cada: das 10h às 11h30, para crianças de até 12 anos, e das 14h às 17h30, para jovens e adultos.

 

SERVIÇO

Dias: 11 a 21/outubro

Horários: 10h às 11h30min – famílias e crianças até 12 anos.

14h ás 17h30min – jovens e adultos maiores de 12 anos.

Vagas: 30 por horário (não precisa de inscrição prévia)

 

*Crianças com idade até 5 anos deverão ser auxiliadas pelos responsáveis durante as atividades.

*Crianças com idade até 10 anos deverão ser acompanha pelos responsáveis.

*Todos os participantes deverão vestir roupas confortáveis e apropriadas ao manuseio de tintas, colas e outros materiais.

 

Informações:  (31) 3289-8910

ENCONTROS COM O PATRIMÔNIO – SÃO FRANCISCO DE TIZIANO A PORTINARI

 

Que tal um passeio cultural que irá conectar o São Francisco de Tiziano ao São Francisco de Portinari? A Casa Fiat de Cultura promove um roteiro cultural que irá analisar a relação da proposta modernista do conjunto arquitetônico da Pampulha, que é Patrimônio Cultural da Humanidade concedido pela Unesco, e a figura de São Francisco. Não perca essa oportunidade! São 30 vagas gratuitas e as inscrições podem ser feitas de hoje até a próxima quinta-feira [10 a 16 de agosto] pelo link: goo.gl/KqwpLz. O transporte é gratuito (alimentação não inclusa). Esperamos por você. #casafiatdecultura #VEMpraCASA #circuitoliberdade

 

SERVIÇO

Dia: 19/agosto

Horário: 10h às 14h

Ponto de encontro: Hall entrada Casa Fiat de Cultura

Inscrições gratuitas de 10 a 16/agosto pelo Sympla (colocar na busca Casa Fiat de Cultura).

 

Informações:  (31) 3289-8910

MÚSICA NA CAPELA 

O grupo Coro de Cobras, com regência de Hudson Brasil, fará uma apresentação com repertório que celebra o centenário do samba. Destaque para músicas dos compositores: Carlos Lyra, Paulo César Pinheiro, Eduardo Gudin, Luciana Rabelo, Baden Powell, Sidney Miller e João Bosco.

 

SERVIÇO

Dia: 26 de agosto

Horários: 11h às 12h

 

Informações:  (31) 3289-8900

MINICURSO ICONOGRAFIA FRANCISCANA

 

A iconografia franciscana será abordada em seus aspectos biográfico, histórico e semiológico. Serão analisadas obras da exposição de São Francisco, além de peças do Modernismo e da Contemporaneidade. O minicurso será realizado nos dias 28, 29 e 30 de agosto, das 19h às 21h, e tem participação livre para maiores de 15 anos. As inscrições devem ser feitas pelo Sympla (30 vagas).

 

SERVIÇO

Dia: 28, 29 E 30/agosto

Horário: 19h às 21h

Vagas: 30

Inscrições gratuitas de 16 a 23/agosto pelo Sympla (colocar na busca Casa Fiat de Cultura).

Informações:  (31) 3289-8910

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