Como Chegar

Agosto na Casa Fiat de Cultura 2018

CASA FIAT DE CULTURA TRAZ PELA PRIMEIRA VEZ AO BRASIL A EXPOSIÇÃO  “SÃO FRANCISCO NA ARTE DE MESTRES ITALIANOS”

Obras de importantes coleções italianas, que datam dos séculos XV a XVIII, traduzem as fases mais relevantes da representação de São Francisco. A mostra inclui um passeio virtual à Basílica Superior de Assis, na Itália

Séculos se passaram e as artes renascentista e barroca continuam encantando a humanidade. Obras de mestres como Tiziano Vecellio, Perugino, Orazio Gentileschi, Guido Reni, Guercino e os Carracci fazem, hoje, parte de importantes coleções italianas e chegam pela primeira vez ao Brasil. Este incomparável acervo poderá ser apreciado na Casa Fiat de Cultura, a partir do dia 8 de agosto, na exposição “São Francisco na Arte de Mestres Italianos”, que reúne 20 obras realizadas entre os séculos XV e XVIII. Com curadoria do especialista em História da Arte, Giovanni Morello – que idealizou e curou diversas exposições de arte antiga na Itália, no Vaticano e outros países e integra a comissão permanente de tutela dos monumentos históricos e artísticos da Santa Sé – e do professor Stefano Papetti, diretor da Pinacoteca Civica Di Ascoli, a mostra apresenta as fases mais relevantes da representação de São Francisco por meio de obras que se integraram à cultura local de toda uma época e que ainda encontram espaço na cultura ocidental por seus valores artístico, histórico e simbólico.

Entre as obras, o público conhecerá os quadros “San Francesco riceve le stimmate” (1570), de Tiziano Vecellio, “San Francesco sorretto da un Angelo” (primeira metade do séc. XVII), de Orazio Gentileschi, e “San Francesco confortato da un angelo musicante” (1607-1608), de Guido Reni, que também pintou a Bandeira de Procissão “Francesco riceve le stimmate (frente); San Francesco predica ai confratelli (verso)” (séc. XVII), “San Francesco d’Assisisi e quattro disciplinati” (1499), de Perugino, e “San Francesco riceve le stimmate” (1633), de Guercino. A exposição traz, ao todo, acervos de 15 museus de 7 cidades italianas: Galleria Corsini, Palazzo Barberini, Musei Capitolini, Museo di Roma, Museo Francescano dell’Istituto Storico dei Cappuccini (Roma); Pinacoteca Civica, Sacrestia della chiesa di San Francesco, Convento Cappuccini (Ascoli Piceno); Museo Nazionale d’Abruzzo (L’Aquila), Galleria Nazionale dell’Umbria (Perugia); Istituto Campana per l’Istruzione permanente (Osimo); Museo Civico (Rieti), Pinacoteca Nazionale (Bolonha) e Duomo di Novara (Novara). A mostra conta, ainda, com uma importante obra de Ludovico Cardi (conhecido como Cigoli), “St. Francis Contemplating a Skull”, propriedade do colecionador e ator ítalo-americano Federico Castelluccio. O quadro virá de Nova York para integrar a exposição de Belo Horizonte.

Proporcionando uma experiência imersiva e única, a mostra também inclui uma sala de Realidade Virtual que vai transportar o visitante da Casa Fiat de Cultura para a Basílica Superior de Assis (1228), na Itália, com o uso de óculos de tecnologia 3D.  Será possível caminhar por uma das mais importantes e belas basílicas do país e conhecer obras-primas do pintor italiano Giotto (1267-1337), artista símbolo dos períodos medieval e pré-renascentista. Tradição, arte e tecnologia se encontram nesta exposição, que ficará aberta à visitação até 21 de outubro, com entrada gratuita.

 

Serviço

Exposição “São Francisco na Arte de Mestres Italianos na Casa Fiat de Cultura”

Curadoria: Giovanni Morello e Stefano Papetti

8 de agosto a 21 de outubro de 2018

Terça a sexta, das 10h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h

Entrada gratuita

 

 

ESTAR NO MUNDO, SEM SER DO MUNDO: MAÍSE COUTO NA PICCOLA GALLERIA DA CASA FIAT DE CULTURA

Com uma série de sete de pinturas, a artista apresenta cenas cotidianas com uma linguagem poética e leve, nas quais figuração e abstração se entremeiam

 

A artista plástica Maíse Couto apresenta suas obras na Piccola Galleria da Casa Fiat de
Cultura. A exposição “Estar no mundo, sem ser do mundo” conta com uma série de sete
pinturas, sendo cinco delas inéditas, em tamanhos variados. As obras delineiam um universo
pictórico elaborado a partir da experimentação de um espaço que não se submete
linearidade de nenhuma perspectiva conhecida, mas a uma paisagem só experimentada no
território livre da poesia e da pintura. A mostra, com entrada gratuita, fica aberta à visitação
de 14 de agosto a 30 de setembro.

As obras que compõem a série combinam técnicas de tinta a óleo, tinta acrílica e carvão
vegetal, e são fruto da imersão de Maíse Couto em suas questões pessoais e do
enfrentamento da rotina solitária e silenciosa do ateliê. O processo criativo da artista se dá a
partir do problema da tela em branco e no decorrente jogo de seleção e deleção instaurado na
busca de equilíbrio plástico de elementos que atravessam as fronteiras entre a figuração e a
abstração. “Entro lentamente na pintura, sem imagens ou orientações preconcebidas. Alinho-
me a intuição, principalmente no uso das cores. Com a tela branca no chão e usando tinta
acrílica, as formas vão surgindo, dando a organização quase lúdica dos planos, ativando jogos,
que fazem a composição vibrar, movimentando o olhar. A cor dita o ritmo, faz acontecer,
muito mais que a composição ou o tema”, explica Couto.

As paisagens imaginadas são, normalmente, habitadas por uma criança inspirada nos retratos
de sua filha. O símbolo personifica sua própria imagem infantil em espaços indefinidos, em
situações e ações que revelam resquícios mesclados de lembranças e de imaginação
absolutamente inconscientes, refazendo no plano suas “lembranças indiretas”. Segundo a
artista, a motivação para a escolha da cena está diretamente relacionada ao sentimento,
pensamento ou acontecimento que a movem naquela ocasião, sem julgamentos ou censuras.
“Fragmentos intuitivos que na fatura da pintura se mesclam aleatoriamente com impulsos
gestuais plasmados em cores e formas irreconhecíveis criando prováveis metáforas e
permitindo uma leitura aberta ao espectador. O resultado é a submersão de camadas físicas e
metafísicas, organizadas, ajustadas no plano pictórico”, completa.

A mostra “Estar no mundo, sem ser do mundo” é uma realização do Ministério da Cultura, por
meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Casa Fiat de Cultura, com o patrocínio da Fiat
Chrysler Automóveis (FCA), Banco Fidis, Fiat Chrysler Finanças, Fiat Chrysler Participações e
Banco Safra. A exposição conta com apoio institucional do Circuito Liberdade, Instituto
Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), Governo de Minas e Governo Federal.

Maíse Couto

Maíse Couto vive e trabalha em Belo Horizonte. Graduada em Odontologia e Artes Plásticas com habilitação em desenho e pintura pela Escola Guignard, da Universidade do Estado de Minas Gerais, sendo também pós-graduada em Desenvolvimento e Gestão Cultural.

Selecionada para mostra individual “Estar no mundo, sem ser do mundo”, na Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura, Belo Horizonte (2018) e “Tu és eu, eu sou tu”, na Galeria de Arte da CEMIG, Belo Horizonte (2018).

Suas últimas exposições individuais foram “Como Arrumar Flores num Jarro”, Colégio Loyola, Rede Jesuíta de Educação, Belo Horizonte (2018); Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Belo Horizonte (2017); Fundação de Arte de Ouro Preto – FAOP, Ouro Preto (2017); e a mostra de desenhos, fotografia e instalação “Indizível”, Escola Guignard, Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG, Belo Horizonte (2015).

Participou das exposições coletivas do VII Salão de Arte de Itabirito, em Itabirito (2017); onde recebeu menção honrosa no VII Salão de Arte de Itabirito; Museu das Minas e do Metal, Belo Horizonte (2017) e Fundação de Arte de Ouro Preto – FAOP, Ouro Preto (2017). Dentre outras, expôs na Galeria de Arte da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte (2016) e na Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG, Belo Horizonte (2016).

 

SERVIÇO

Exposição “Estar no mundo, sem ser do mundo” – Maíse Couto na Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura                                                                                                                                                       

14 de agosto a 30 de setembro de 2018

Terça a sexta, das 10h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h

Entrada gratuita

O PAINEL “CIVILIZAÇÃO MINEIRA” DE CANDIDO PORTINARI

Tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), este é o maior painel de Candido Portinari em Minas Gerais, medindo 2,34 X 8,14 metros. Em exposição permanente, a obra conta, agora, com ficha técnica em braile, além de peças multissensoriais que fazem parte dos recursos de mediação para pessoas com deficiência visual. O painel retrata a mudança da capital mineira, da cidade de Ouro Preto para Belo Horizonte, em 12 de dezembro de 1897. Em meio à paisagem, a presença de Tiradentes e outras personalidades retoma outro marco da história do Estado: a Inconfidência Mineira (1789). Com técnica mista, têmpera e óleo, a obra é caracteristicamente modernista, sem abrir mão de fundamentos da pintura clássica. Portinari (1903 – 1962) é considerado um dos maiores artistas brasileiros do século XX, tanto por sua produção estética quanto pela atuação consciente nos âmbitos cultural e político.

A conservação do painel de Portinari foi feita pelo Grupo Oficina de Restauro, mesma equipe de especialistas que realizou a restauração da obra em 2014, quando a Casa Fiat de Cultura assumiu a salvaguarda do painel. De acordo com a coordenadora do projeto de conservação, Rosângela Reis Costa, “o exercício de avaliação e intervenção periódicas ao painel é essencial para que o trabalho original do pintor seja preservado, evitando perdas irreparáveis ou a necessidade de uma nova restauração, medida que só é tomada quando a obra já está muito danificada pelo tempo e manuseio indevido”.

 

SERVIÇO


Exposição permanente: painel Civilização Mineira, 1959 (Candido Portinari)

Horário: das 10h às 21h de terça à sexta

das 10h às 18h sábado, domingo e feriados

Entrada gratuita

QUARTAS ITALIANAS – A ICONOGRAFIA DE SÃO FRANCISCO NA ARTE DO PERÍODO MEDIEVAL  AO BARROCO

O italiano Stefano Pepetti, diretor da Pinacoteca Civica Di Ascoli Piceno na Itália, irá falar sobre a exposição “São Francisco na arte de mestres italianos”, da qual é um dos curadores. O palestrante abordará a construção da iconografia de São Francisco de Assis na arte, de período Medieval ao Barroco.

As pinturas de Tiziano, Perugino, Gentileschi, Guido Reni, Guercino, Carracci e Cigoli, entre outros, serão reveladas através do olhar desse historiador e especialista da arte italiana. Uma oportunidade única de ouvir o curador desta exposição, inédita no Brasil, falar sobre os símbolos, detalhes e desenvolvimento da imagem de um dos santos mais retratados da história oriental.

Papetti também irá percorrer os conceitos que norteiam os três eixos da exposição: Imagem, Os estigmas e Conversas Sagradas. Primeiramente representado como um pobre homem faminto e malvestido, depois como um belo santo com as chagas de Cristo, a iconografia de São Francisco chega ao ápice no momento em que ele divide espaço com as figuras mais importantes do catolicismo, Maria e Jesus, e com seus discípulos, os franciscanos. A participação é gratuita, sujeita à lotação do espaço (200 lugares). Distribuição de senhas a partir das 18h30.

Prof. Stefano Papetti

Historiador e conservador italiano. Diretor da Pinacoteca Civica, da Galleria Civica di Arte Contemporanea Osvaldo Licini e do Museo dell’Arte Ceramica de Ascoli Piceno. Professor de Museologia e Restauro de Bens Culturais da Universitá degli Studi di Camerino e presidente da Fondazione Salimbeni de San Severino Marche. Curou diversas exposições dedicadas ao período Gótico e aos pintores do Renascimento italiano.

SERVIÇO

Dia: 8/agosto

Horários: 19h30 às 21h

Vagas: 200 vagas (A distribuição das senhas será a partir das 18h30)

Informações:  (31) 3289-8900

ATELIÊ ABERTO DE PINTURA

 

O Ateliê Aberto irá abordar os conceitos básicos da pintura como técnica e linguagem, por meio da experimentação livre. O público poderá desenvolver suas habilidades em técnicas de composição, perspectiva e luz e sombra, além da fabricação de tintas artesanais.  Para as crianças as atividades envolverão os conceitos de cor, forma e composição.

O ateliê funcionará em dois horários com 30 vagas para cada: das 10h às 11h30, para crianças de até 12 anos, e das 14h às 17h30, para jovens e adultos.

 

SERVIÇO

Dias: 11 a 26/agosto

Horários: 10h às 11h30min – famílias e crianças até 12 anos.

14h ás 17h30min – jovens e adultos maiores de 12 anos.

Vagas: 30 por horário (não precisa de inscrição prévia)

 

*Crianças com idade até 5 anos deverão ser auxiliadas pelos responsáveis durante as atividades.

*Crianças com idade até 10 anos deverão ser acompanha pelos responsáveis.

*Todos os participantes deverão vestir roupas confortáveis e apropriadas ao manuseio de tintas, colas e outros materiais.

 

Informações:  (31) 3289-8910

ENCONTROS COM O PATRIMÔNIO – SÃO FRANCISCO DE TIZIANO A PORTINARI

 

Que tal um passeio cultural que irá conectar o São Francisco de Tiziano ao São Francisco de Portinari? A Casa Fiat de Cultura promove um roteiro cultural que irá analisar a relação da proposta modernista do conjunto arquitetônico da Pampulha, que é Patrimônio Cultural da Humanidade concedido pela Unesco, e a figura de São Francisco. Não perca essa oportunidade! São 30 vagas gratuitas e as inscrições podem ser feitas de hoje até a próxima quinta-feira [10 a 16 de agosto] pelo link: goo.gl/KqwpLz. O transporte é gratuito (alimentação não inclusa). Esperamos por você. #casafiatdecultura #VEMpraCASA #circuitoliberdade

 

SERVIÇO

Dia: 19/agosto

Horário: 10h às 14h

Ponto de encontro: Hall entrada Casa Fiat de Cultura

Inscrições gratuitas de 10 a 16/agosto pelo Sympla (colocar na busca Casa Fiat de Cultura).

 

Informações:  (31) 3289-8910

MÚSICA NA CAPELA 

O grupo Coro de Cobras, com regência de Hudson Brasil, fará uma apresentação com repertório que celebra o centenário do samba. Destaque para músicas dos compositores: Carlos Lyra, Paulo César Pinheiro, Eduardo Gudin, Luciana Rabelo, Baden Powell, Sidney Miller e João Bosco.

 

SERVIÇO

Dia: 26 de agosto

Horários: 11h às 12h

 

Informações:  (31) 3289-8900

CURSO DE INTRODUÇÃO À XILOGRAVURA

 

A xilogravura é uma das mais antigas técnicas de gravura e utiliza a madeira como matriz para produção de imagens (estampas) que serão impressas sobre algum suporte como papel, tecido, couro, entre outros. No Curso de Introdução à Xilogravura da Casa Fiat de Cultura, os participantes serão apresentados à alguns processo de execução da xilogravura com materiais contemporâneos e de fácil acesso. O público alvo são pessoas que dominam o desenho. Mas não é preciso ser artista para participar.

O curso começa no dia 11 de setembro e vai até 22 de novembro e acontece das 19h às 21h sempre as terças e quintas-feiras. As inscrições para seleção são gratuitas e precisam ser feitas pelo link até o dia 30 de agosto. Após a inscrição, os participantes irão receber um e-mail e precisarão enviar, até 3 de setembro, um portfólio que será avaliado para confirmar a inscrição.

 

 

SERVIÇO

Curso de Introdução à Xilogravura

Vagas: 15

Inscrições: 20 a 30 de agosto pelo link. Depois da inscrição os candidatos receberão um e-mail para o envio do portfólio até o dia 3 de setembro.

Divulgação do resultado: até 6 de setembro

Início do curso: 11 de setembro até 22 de novembro, terças e quintas-feiras das 19h às 21h

Informações: 3289-8910

Percursos Temáticos

Para os sábados, domingos e feriados, uma atividade diferente. As famílias e grupos de amigos poderão participar, juntos, de Percursos Temáticos pela exposição. As inscrições podem ser feitas na Casa Fiat de Cultura 15 minutos antes de cada atividade, com 30 vagas por horário. A visita das 14h aos sábados é bilíngue (português/inglês).

 

  • Percurso biográfico (10h30 e 14h): apresentação da vida de São Francisco de Assis conectada a valores contemporâneos como ecologia, sustentabilidade, empatia e coletividade.

*Aos domingos não terá o horário das 10h30.

 

  • Percurso iconográfico (16h): apresentação da evolução da iconografia franciscana ao longo da história da arte. Serão discutidos os seguintes pontos: recursos técnicos e estéticos característicos de cada período representado; conceito de iconografia; e a cultura contemporânea da imagem, dos ícones e símbolos.

MINICURSO ICONOGRAFIA FRANCISCANA

 

A iconografia franciscana será abordada em seus aspectos biográfico, histórico e semiológico. Serão analisadas obras da exposição de São Francisco, além de peças do Modernismo e da Contemporaneidade. O minicurso será realizado nos dias 28, 29 e 30 de agosto, das 19h às 21h, e tem participação livre para maiores de 15 anos. As inscrições devem ser feitas pelo Sympla (30 vagas).

 

SERVIÇO

Dia: 28, 29 E 30/agosto

Horário: 19h às 21h

Vagas: 30

Inscrições gratuitas de 16 a 23/agosto pelo Sympla (colocar na busca Casa Fiat de Cultura).

Informações:  (31) 3289-8910

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