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Música na Capela – Trio Musik

CASA FIAT DE CULTURA APRESENTA TRIO MUSIK NO MÚSICA NA CAPELA

 

Grupo de câmara fará uma viagem pela música, do clássico de Haydn e Beethoven, ao tango argentino de Astor Piazolla

 

A Casa Fiat de Cultura apresenta o concerto “Da genialidade do classicismo ao sentimentalismo de Piazzolla”, interpretado pelo Trio Musik. A peça fará uma viagem pela música desde compositores clássicos como Joseph Haydn e Beethoven, além do pianista e compositor húngaro Dohnányi, até o tango argentino do bandeonista Astor Piazolla. O repertório escolhido pelo Trio, Rodrigo de Oliveira (violino), Roberto Papi (viola) e William Neres (violoncelo), foi especialmente selecionado pelo grupo de câmara para a primeira apresentação do programa Música na Capela. O público poderá assistir à peça, no domingo, 28 de abril, das 11h às 12h, na Capela de Santana, localizada nos jardins da Casa Fiat de Cultura. A entrada é gratuita, com espaço sujeito à lotação (80 lugares).

 

Desde 2015, o Música na Capela busca ampliar a formação musical do público, ao oferecer apresentações de experientes corais e grupos de câmara, com repertório diversificado e acesso gratuito. O programa é uma realização da Casa Fiat de Cultura e do Ministério da Cidadania, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com o patrocínio da Fiat Chrysler Automóveis (FCA), Fiat Chrysler Finanças e Banco Safra, e conta com apoio institucional do Circuito Liberdade, Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), Governo de Minas e Governo Federal.

 

Trio Musik

Rodrigo de Oliveira, violino

Roberto Papi, viola

Willian Neres, violoncelo

Os compositores

 

O compositor austríaco Franz Joseph Haydn é considerado o pai da sinfonia. Foi o primeiro nome do classicismo vienense, seguido por Mozart e Beethoven. Seu trabalho, que compreende sinfonias, óperas, aberturas, cantatas e oratórios, o destacou como uma das mais importantes figuras da música instrumental. Entre as mais famosas obras de Haydn estão “Sinfonias de Solomon” e os oratórios “A Criação” e “As Estações”.

 

Ernő Dohnányi, compositor, pianista e maestro húngaro do final do século XVIII e início do século XIX, é reconhecido principalmente por seu trabalho “Variationen über ein Kinderlied”, Variações sobre uma canção de ninar, para piano e orquestra. É autor de duas sinfonias, dois concertos para violino e dois para piano, além de três quartetos de cordas e várias peças para piano. Também foi regente da Filarmônica de Budapeste. A música de Dohnányi também teve fortes influências do compositor alemão Johannes Brahms, uma das mais importantes figuras do romantismo musical europeu do século XIX.

Aleksandr Borodin foi um compositor e químico russo de origem georgiana do século XIX. Participou do “Grupo dos Cinco” ao lado de Mily Balakirev, César Cui, Modest Mussordsky e Nikolai Rimsky-Korsakov. Sua obra mais conhecida é a ópera “Príncipe Igor”, com um prólogo e quatro atos. Borodin também é conhecido pela “Sinfonia nº2 em si menor”, considerada uma das mais belas composições da música, além do “Quarteto para cordas nº1 em lá maior”.

Filho de italianos, Astor Piazolla nasceu em Mar Del Plata na Argentina. Atualmente é considerado o compositor de tango mais importante da segunda metade do século XX. Aos 8 anos ganhou seu primeiro bandoneón e aos 9 começou estudar música clássica. Entre suas composições destacam-se: “Adiós Nonino”, “Libertango”, “Fuga y mistério”, “Decarísimo”, “Milonga del ángel”,” La muerte del ángel”, “Balada para un loco”, “Oblivion”, “Buenos Aires hora cero”. A música de Astor Piazzolla incorporou ao tango tradicional recursos da música clássica e do jazz, um resultado extremamente inovador e que revolucionou os conceitos desse ritmo portenho.

Trio Musik

O Grupo fundado em 2016 é formado por músicos que compartilham práticas de música de câmara no Brasil, Estados Unidos e Europa, incluindo participação em festivais internacionais de renome, como Aspen Music Festival, Spoleto Festival dei Due Mondi, Tanglewood Music Center, Amelia Island Chamber Music Festival, Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão e École Normale de Musique de Paris. Participaram de masterclasses de renomados cameristas, tais como Guillaume Sutre (Quarteto Ysaye), Roland Pidoux, Chantal De Buchy, James Dunham, Roberto Díaz, Norman Fischer, Christopher Rex e Jeffrey Khaner. Receberam premiações, foram solistas e membros de diversas orquestras brasileiras e norte-americanas. Atualmente, o quarteto concilia intensa temporada de concertos, como integrantes da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e da Orquestra Ouro Preto.

 

 

Rodrigo de Oliveira, violino

 

Técnico de violino pela Escola Municipal de Artes Maestro Fêgo Camargo e formando de Licenciatura em Música pela Universidade Metropolitana de Santos, estudou com os professores Jefferson Denis, Elisa Fukuda e Cláudio Micheletti. Integrou, como spalla, a Camerata Zajdenbaum, a Sinfônica de Atibaia, a Sinfônica Jovem de Taubaté, a Sinfônica de São José dos Campos, apresentando-se, como solista, com todas elas. Participou de diversos festivais de música, como o de Santa Catarina, o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão, o Música nas Montanhas e o de Ouro Branco, e foi um dos jovens músicos retratados pelo documentário Prova de Artista, com direção de José Joffily. Aprimorou-se em masterclasses com Charles Stegeman, Clara Takarabe, Igor Sarundiansky, Vadim Gluzman, Roberto Díaz, Misha Keylin, Rachel Barton Pine, Augustin Hadelich e Denis Parker. Foi ganhador do concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e da Orquestra Sinfônica de Goiânia. Atualmente, integra a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais e a Orquestra Ouro Preto.

 

Roberto Papi, viola

 

Natural de Spoleto, na Itália, iniciou os estudos dedicando-se ao violino, sob orientação de Fabrizio Ammetto. Mudou-se para os Estados Unidos, para dar início aos estudos em viola, graduou-se em Música pela Vanderbilt University, na classe de Kathryn Plummer, e fez mestrado em Música pela Rice University, com James Dunham. Apresentou-se em Festivais na Itália e nos Estados Unidos, o inclui Spoleto Festival dei Due Mondi, Tanglewood Music Center, Aspen Music Festival, Texas Music Festival e Amelia Island Chamber Music Festival. Com intensa atividade camerística, apresentou-se com James Dunham, Roberto Díaz, Norman Fischer, Christopher Rex e Jeffrey Khaner, assim como integrou a New World Symphony. Atualmente, é o principal assistente do naipe de violas da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.

 

 

 

 

William Neres, violoncelo

 

Graduado em Música pela Universidade Federal de São João del-Rei, com período de mobilidade acadêmica na Universidade Federal de Uberlândia, especializou-se em violoncelo e Música de Câmara na École Normale de Musique de Paris, sob orientação de Roland Pidoux e Chantal De Buchy. Foi premiado nos concursos Paulo Bosísio, Eleazar de Carvalho e Música XXI. Participou de importantes festivais, como o de Campos do Jordão, o “Música nas Montanhas” e o Festival Internacional de Musique Universitaire, na França. Nessas ocasiões, foi orientado por Márcio Carneiro, Helga Hinold, Jo Cole, Matias de Oliveira, Fábio Presgrave, Robert Suetholz, entre outros. Junto ao violonista Adriano D. Melo, participou das séries “Segunda Musical” (BH), “Jovem Músico BDMG” (BH) e “Semana do Violão” (Juiz de Fora). Com o UDI Cello Ensemble, realizou turnês pelo Brasil e França. Apresentou-se também com as orquestras sinfônicas de Poços de Caldas e Pouso Alegre e com a Jazz Sinfônica de São José do Rio Pardo. William foi professor convidado do Festival de Artes e Interações Socioculturais e do Festival de Verão de Congonhas.

 

Programa

Variations in G minor – Andantino –  Aleksandr Borodin

Divertimento N.1 in G Major – Joseph Haydn

Divertimento N.2 in A Minor – Joseph Haydn

Serenade 0p.10 in C. Major – Ernó Dohnányi

Oblivion Astor Piazzolla

Libertango Astor Piazzolla

SERVIÇO

Dia: 28/abril

Horário: 11h às 12h

Capela de Santana 

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