Como Chegar

4º Programa de Seleção para a Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura

4º PROGRAMA DE SELEÇÃO PARA A PICCOLA GALLERIA DA CASA FIAT DE CULTURA

A Piccola Galleria é um espaço criado pela Casa Fiat de Cultura para apresentar novos artistas: um pequeno recinto no hall principal, destinado a exposições de curta duração, ao lado do painel “Civilização Mineira”, de Candido Portinari.

Neste espaço são realizadas mostras destinadas a artistas que inscrevam seus trabalhos por meio do Programa de Seleção da Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura, um processo de seleção simples e rápido, a cargo de um comitê integrado por especialistas do setor cultural.

Em seus 14 anos de trajetória, a Casa Fiat de Cultura consolidou-se como uma referência no mundo das artes no Brasil, obtendo o respeito dos mais renomados museus e instituições de vários países. Com localização privilegiada na Praça da Liberdade, no coração de Belo Horizonte, a Casa Fiat de Cultura oferece um espaço nobre e de grande visibilidade e visitação, para incentivar a produção artística brasileira e internacional, em um dos maiores circuitos culturais do Brasil – que recebe anualmente mais de um milhão de visitantes.

Como participar

1. A Casa Fiat de Cultura abre inscrições aos artistas plásticos e visuais, para realização de exposições individuais ou coletivas no espaço da Piccola Galleria dentro da programação 2021/2022 – as datas serão definidas pela programação da Casa Fiat de Cultura e poderão ser mudadas dentro deste período de acordo com a necessidade. A instituição promove a cessão do espaço por um período de 40 dias, mais dois dias para montagem e outros dois para desmontagem, a depender das necessidades da mostra. A exposição deve ser inédita, podendo abranger artistas brasileiros ou de outros países. A mostra pode ocorrer de forma presencial e/ou virtual, a critério da Casa Fiat de Cultura.

2. Em caso de desistência, a Casa Fiat de Cultura não é obrigada a pagar nenhuma quantia ao selecionado.

3. O artista interessado deverá enviar o seu material para a Casa Fiat de Cultura por meio do formulário disponibilizado neste link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf-pyEZ0v0IBpZczqrY1nmq-qaAq1vBPcJM9k71-ut6xYkyQQ/viewform

O preenchimento do formulário deve ser feito no período do dia 03 de outubro até 15 de novembro de 2020. Todos os tópicos do formulário devem ser preenchidos corretamente para validar a participação no Programa de Seleção. Os tópicos são os listados a seguir:

 

Formulário de Inscrição – 4º Programa de Seleção para a Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura

– Endereço de e-mail

– Nome completo do artista

– Nome artístico para a exposição

– Nome da exposição

– Justificativa do ineditismo da exposição

– Número de obras a serem apresentadas

– Categoria (pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, fotografias, instalações, performance, videoarte, arte digital ou outra)

– Data de nascimento

– Endereço completo (rua, bairro e CEP)

– Telefone para contato (com DDD)

ARQUIVOS (tamanho máximo de 10GB por arquivo):

– Proposta conceitual da exposição (até 2.000 caracteres): 1 (um) arquivo no formato documento ou PDF

– Imagens das obras de arte: de 1 (um) a 10 (dez) arquivos nos formatos documento, planilha, PDF, vídeo, apresentação, desenho, imagem e/ou áudio

– Lista com imagens das obras contendo título, medidas, técnica e ano de produção: 1 (um) arquivo no formato documento, planilha ou PDF

Proposta de projeto expográfico: 1 (um) arquivo no formato documento, PDF, vídeo, apresentação, desenho ou imagem

– Minicurrículo do artista: 1 (um) arquivo no formato documento ou PDF

– Foto do artista em alta resolução (mínimo de 300 dpi) com o crédito do fotógrafo: de 1 (um) a 10 (dez) arquivos no formato imagem

 

Contribuição

A Casa Fiat de Cultura disponibilizará uma contribuição de até R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais) para cada proposta selecionada e aprovada, que deverá ser utilizada para as despesas que envolvem a exposição, que estão sob a responsabilidade do artista, tais como:

  • Embalagem e transporte das obras
  • Seguro
  • Molduras, suportes e conservação das obras
  • Equipamentos e instalações necessárias à mostra
  • Expografia
  • Montagem e desmontagem
  • Curadoria
  • Produção das legendas das obras
  • Plotagens de textos de parede
  • Liberação de direitos autorais e de imagem
  • Devolução do espaço nas condições encontradas
  • Evento de inauguração (se for do interesse do artista)
  • Catálogo e folder (se for do interesse do artista)

 

Pagamento

O pagamento será efetuado apenas mediante a apresentação de uma Nota Fiscal de honorários (Pessoa jurídica, EIRELI ou MEI) em conta bancária jurídica vinculada ao CNPJ de emissão da nota fiscal, com descritivo de acordo com as orientações contábeis da Casa Fiat de Cultura. Não serão realizados pagamentos diretos para pessoa física. O artista poderá ainda obter apoio ou patrocínio de empresas privadas, devendo submeter as propostas a prévia consulta e validação da Casa Fiat de Cultura.

 

Responsabilidades da Casa Fiat de Cultura

É responsabilidade da Casa Fiat de Cultura:

  • Cessão do espaço.
  • Divulgação dos materiais selecionados e resposta ao artista por telefone ou e-mail, no prazo de até 60 dias a contar do último dia de inscrição.
  • Aprovação dos conteúdos e do projeto expográfico.
  • Entrega da galeria pintada de branco neutro.
  • Acompanhamento de montagem e desmontagem com o artífice da Casa Fiat de Cultura.
  • Iluminação básica com refletores de luz de LED (4 spots de LED para iluminação ambiente e 10 spots de CROICA direcionáveis para iluminação cênica).
  • Criação da identidade visual e das peças gráficas de divulgação virtual.
  • Projeção do artista na imprensa com assessoria e divulgação nas mídias digitais da instituição (site, newsletter, YouTube, Facebook, Instagram, LinkedIn e Twitter).
  • Desenvolvimento de ações educativas, agendamento de grupos  e visitas mediadas.
  • Estrutura de segurança de funcionamento da instituição durante todo o período da exposição.

 

Divulgação e identidade visual

A Casa Fiat de Cultura disponibilizará design exclusivo para a identidade visual das peças de divulgação das exposições da Piccola Galleria. O artista poderá usar esta identidade para produzir diversas peças gráficas e digitais como cartazes, folders, flyers, cartões postais, convites, banner de sinalização externa, sempre com a aprovação da Casa Fiat de Cultura.

 

Ações educativas

O Programa Educativo é peça fundamental no trabalho de valorização e ampliação do conhecimento proporcionado pela Casa Fiat de Cultura a seu público. Para cada exposição, são idealizados uma temática e um conceito a serem trabalhados em visitas mediadas, oficinas, minicursos, visitas temáticas, assessoria ao professor e outras atividades. Será produzido um conteúdo exclusivo de mediação que ajudará nas atividades desenvolvidas e poderá ser usado pelo próprio artista. Ao enviar a sua inscrição, o artista selecionado concorda que o acervo deverá estar automaticamente liberado para mediação online e/ou virtual.

 

Espaço

As medidas e a planta do espaço estão disponíveis no menu à esquerda. O horário de funcionamento da exposição deverá ser o mesmo da Casa Fiat de Cultura: terça a sexta-feira, das 10h às 21h, sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h, com entrada gratuita quando ocorrer de forma presencial. Em razão de determinação da administração pública ou a critério da Casa Fiat de Cultura, este horário poderá ser alterado e/ou a exposição poderá acontecer em formato virtual a definir. 

 

DISCLAIMER

A Casa Fiat de Cultura se compromete a tratar os seus dados pessoais em conformidade com a LGPD e a adotar medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os Dados Pessoais que acessar e/ou receber no âmbito deste Regulamento de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou qualquer forma de tratamento inadequado ou ilícito, nos termos da legislação e regulamentos aplicáveis. Quaisquer dúvidas sobre como a Casa Fiat de Cultura trata os dados pessoais no âmbito desta Autorização poderão ser esclarecidas por meio do e-mail privacidade@fcagroup.com, que também servirá como canal para o exercício dos direitos sobre dados pessoais. 

Dúvidas e outras informações

selecaopiccola2020@gmail.com

Artistas selecionados

O 4º Programa de Seleção da Piccola Galleria já tem os nomes dos artistas selecionados para expor seus trabalhos na Casa Fiat de Cultura, no calendário de 2021 e 2022: Carolina Botura (Belo Horizonte – MG), Carolina Pereira Soares (Belo Horizonte – MG), Geraldo Zamproni (Curitiba – PR), Mateus Moreira (Belo Horizonte – MG), Osvaldo Carvalho (Rio de Janeiro – RJ) e Rodrigo Mogiz (Belo Horizonte – MG). Os seis trabalhos selecionados são inéditos e desenvolvidos a partir de técnicas diferenciadas de desenho, pintura, escultura, instalação, fotografia e arte em fibra. As mostras serão realizadas ao longo de 2021 e 2022, com duração de 40 dias cada uma e entrada gratuita.

A comissão avaliadora que analisou e selecionou os trabalhos foi composta por um time de especialistas: a historiadora e educadora Janaína Melo, que é curadora e integra o Conselho Internacional de Museus (ICOM-BR); o curador e crítico de arte Márcio Sampaio; e o artista e professor Marco Paulo Rolla, da Escola Guignard.

Em 2020, todo o processo de seleção aconteceu de forma virtual, o que ampliou o acesso e a participação de artistas de todo o Brasil. Em sua quarta edição, o Programa recebeu 217 inscrições, um recorde de participação desde seu lançamento.

Todas as exposições selecionadas no 4º Programa de Seleção serão exibidas na Piccola Galleria da Casa Fiat de Cultura, espaço voltado ao incentivo permanente de novas expressões artísticas. Os projetos contarão com ações do Programa Educativo, desenvolvidas em conjunto à curadoria de cada trabalho. Serão realizadas visitas mediadas, para públicos agendados e espontâneos, além de ações especiais de Comunicação nos canais da Casa Fiat de Cultura e na mídia. A mediação é feita com recursos de acessibilidade, para ampliar o acesso do público e a visibilidade dos artistas.

As exposições selecionadas suscitam as mais diversas questões e reflexões. O artista suíço Paul Klee disse que “A arte não reproduz o que vemos. Ela nos faz ver”. E essa é a proposta de alguns dos trabalhos que serão expostos na Piccola Galleria em 2021 e 2022: ressignificar nossa relação com o mundo e as situações banais que nos cercam; promover a nossa identificação com os cenários da cidade, a partir da relação entre memória e espacialidade; provocar o olhar atento sobre os objetos do cotidiano doméstico, que, nos últimos meses, abrigou o nosso mundo inteiro. Os trabalhos abordam, ainda os flagelos, angústias e dramas humanos; a visibilidade (e a invisibilidade) das diversidades afetivas e identidades sexuais e de gênero; e o despertar de diferentes estados de espírito a partir da imersão nas cores de obras de arte.

Todas as ações educativas e de comunicação dialogam com o conceito das exposições, de forma a criar novas reflexões e estimular os visitantes a desenvolverem novas perspectivas sobre as obras expostas. “Um dos pilares de nossa atuação é a formação de novos públicos. A partir de ações educativas, contribuímos para a valorização da arte e o desenvolvimento do olhar crítico sobre diferentes movimentos. Com a Piccola Galleria, aproximamos os visitantes da produção artística contemporânea, além de dar mais visibilidade a artistas de todo o Brasil”, comenta o presidente da Casa Fiat de Cultura, Fernão Silveira.

Em quatro programas de seleção, a Piccola Galleria recebeu 424 inscrições e, entre 2016 e 2020, já apresentou o trabalho de 18 artistas, abrigou 248 obras de arte e recebeu mais de 150 mil visitantes. A sala expositiva é um ambiente dedicado às artes visuais, e sua criação marcou os 10 anos da Casa Fiat de Cultura. Situada ao lado do painel “Civilização Mineira”, de Candido Portinari, no hall principal da Casa Fiat de Cultura, o pequeno recinto é destinado a exposições de curta duração, mas com toda a visibilidade que a instituição enseja. Local intimista e com grande circulação de público, conta com a chancela da Casa Fiat de Cultura e do Circuito Liberdade, um dos mais importantes corredores culturais do país.

 

Palavra da comissão avaliadora

“Integrar a comissão de seleção do programa de exposições da Piccola Galeria para o ano de 2021 foi uma ótima oportunidade para entrar em contato e conhecer o trabalho de artistas que atuam em distintas regiões do país. Destaco a densidade das pesquisas apresentadas, que constituíram um corpo: plural, potente e diverso. O que nos permitiu, como comissão, estabelecer frutíferas reflexões sobre a produção artística no tempo presente; reconhecer diferentes estratégias de ocupação do espaço da galeria, bem como potentes enunciados artísticos em diálogo com os públicos.” – Janaína Melo

“A seleção foi feita na direção de se criar uma programação diversa em todos os sentidos, mas mantendo sempre a qualidade artística das propostas como foco! Sempre muito importante que os espaços culturais da cidade ampliem as possibilidades de visibilidade, difusão e desenvolvimento da cultura de nossa cidade, do estado e do país. É assim que me sinto participando de comissões de apoio ao que se produz de cultura no Brasil.” – Marco Paulo Rolla

“Em meio à turbulência que vivemos hoje, iniciativas como a da Casa Fiat de Cultura nos propõem um olhar mais confiante na capacidade de superação por meio da Arte. A comissão bem afinada e atualizada pôde escolher propostas que, ao longo de 2021, irão encantar e provocar o público, conectando-o com diferentes poéticas e ideias como instrumentos que se fazem necessários para entendermos a realidade de hoje. A organização objetiva tornou prazerosa esta tarefa realizada on-line pela comissão.” – Márcio Sampaio

 

Os artistas selecionados

Carolina Botura

Carolina Botura (1982, Botucatu – SP) vive e trabalha em Belo Horizonte- MG.  É artista plástica, performer e poeta. Graduada pela Escola Guignard – UEMG em Pintura e Escultura, trabalha com cruzamento e prolongamento de linguagens, tendo a ação como disparadora de sua produção em desenho, pintura, escultura, instalação, performance, vídeo, música e cerâmica. Suas pesquisas estão relacionadas à transformação e ao movimento. Caos e origem atravessados pelo viés do tempo para tratar de temas como animalidade, amor, morte, magia, perda, sexualidade, espiritualidade, energia, política e natureza.

É coidealizadora da VESPA (via de experimento em performance e ação) e da Ex tre MA Residência Artística e do festival de punk, noise, metal, experimentale da residência itinerante em artes vivas, Líquen. A artista integra os projetos plástico-musicais B∆siLåßusi – banda punk noise acionista, O∆H – dedicado ao ritual noise ambiente e seu projeto solo Karø. A artista participou de diversas mostras individuais e coletivas, além de residências artísticas no Brasil e no exterior.

Carolina Soares

Possui graduação e mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG. Em 2016, ingressou no curso de Artes Plásticas da Escola Guignard/UEMG. Seu trabalho artístico incorpora o olhar da arquiteta e urbanista que vasculha os suportes de memória em nossas paisagens citadinas. Já participou de diversas exposições coletivas, como: 3ª Edição da Mostra 40 x 40 na Galeria Mama Cadela, BH/MG; Mostra coletiva na Galeria Orlando Lemos, em Nova Lima/MG; Mostra coletiva na Galeria Sancovsky, em São Paulo;  Mostra coletiva na Zipper Galeria, em São Paulo; Mostra Coletiva Estado de Poesia, na Galeria Orlando Lemos, em Nova Lima/MG; Mostra Coletiva Estado de Poesia, na Galeria Orlando Lemos, em Nova Lima/MG; I Feira Livre de Arte Contemporânea de B H – FLAC, no Espaço 104, BH/MG; Mostra Coletiva no Centro Cultural da Universidade Federal de São João del Rei/MG. Em março de 2020, estreou sua primeira exposição individual, “Sobre o nada eu tenho profundidades”, na Galeria de Arte do Espaço Político-Cultural Gustavo Capanema, em Belo Horizonte.

Geraldo Zamproni

Geraldo Zamproni é arquiteto e urbanista por formação (pela Universidade Estadual
de Londrina) e artista há quase duas décadas. Sua formação artística se inicia em 2002, por meio do ateliê de Edilson Viriato, que frequenta até 2007. Em 2002, começa a participar de exposições nacionais, e, já em 2005, participa de sua primeira internacional. Dentre as principais exposições internacionais de que participou, destacam-se cinco
edições da Sculpture By The Sea, na Austrália e na Dinamarca (2014/2015/2016/2019); Heysen Sculpture Biennial, em Adelaide, Austrália (2019); Art in Odd Places (AiOP), em
Nova York, EUA (2012); Bienal do Milênio, em Granada, Espanha (2011).

No Brasil, destaca-se sua participação nas exposições Via Aérea, no SESC Belenzinho, em São
Paulo (2018); SEUmuSEU ExpoExperimento (2013) e Diálogos da Resistência (2012), ambas realizadas no Museu Nacional da República, em Brasília. Também já teve
exposições individuais, em que se destacam Elementos de Risco (Evento de Impacto) (2019) e Estrutura Volátil (2013 e 2012), ambas realizadas no Complexo Cultural da
Funarte, em Brasília; Estruturas Brincantes, realizada no Museu Oscar Niemeyer, em
Curitiba (2012); e Sustentabilidade, realizada tanto no Paço das Artes, em São Paulo, quanto no Museu de Arte Contemporânea do Paraná, em Curitiba, ambas em
2010. Em 2011, Zamproni foi agraciado com o prêmio Atos Visuais de Arte
Contemporânea, concedido pela Funarte.

Mateus Moreira

Vive e produz em Belo Horizonte. É estudante de Pintura de Desenho no curso de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais. Já realizou exposições coletivas e individuais, como: Resiliências – Galeria Nello Nuno, Fundação de Arte de Ouro Preto, FAOP; Memória: reflexos e resgate – Reitoria da Universidade Federal de Minas Gerais; Deriva XI – Centro de Referência da Juventude, CRJ; Horas – Galeria da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais; Memória do corpo – Godarc Galeria Multicultural; e Deriva XII e Deruva XIII, ambas no Centro de Referência da Juventude.

Osvaldo Carvalho

Osvaldo Carvalho vive e trabalha no Rio de Janeiro. É mestre em Poéticas Visuais pela ECA-USP. Iniciou as atividades artísticas em 2000, com o Prêmio Interferências Urbanas. Desenvolveu os estudos na EAV-Parque Lage e na Oficina de Escultura do Museu do Ingá, em Niterói/RJ. Participou de diversas exposições coletivas e salões, em cidades como Rio de Janeiro, Juiz de Fora, Niterói, Criciúma, Campo Grande, Ribeirão Preto e Porto Alegre. Foi Artista Finalista do 7º Prêmio Marcantonio Vilaça, em São Paulo, em 2019. Também foi premiado com a Bolsa para Desenvolvimento de Projeto no Prêmio Brasil Fotografia 2017, realizou Residência Artística na Dinamarca em 2016, e recebeu Destaque na Revista Digital da Fundação Iberê Camargo, de Porto Alegre/RS, em 2007.

Rodrigo Mogiz

Rodrigo Mogiz (1978, Belo Horizonte) vive e trabalha em BH. Bacharel em Pintura e Desenho pela Escola de Belas-Artes da UFMG, também realiza curadorias e trabalhos comunitários. Sua obra autoral aborda poéticas que transitam entre o desenho, a pintura e o bordado, usando, também, aplicação de miçangas, rendas e alfinetes. Suas obras criam narrativas muito poéticas e delicadas, que exalam grande força e extremo rigor criativo.

Desde 2000, participa de exposições individuais e coletivas em todo o Brasil, em instituições públicas e privadas, como o Museu Guimarães Rosa (Codisburgo/MG), a Galeria de Arte CEMIG e Galeria de Arte Copasa (Belo Horizonte). Foi selecionado para vários salões e festivais, como: 20º Salão Anapolino de Arte, Anápolis/GO (2014), Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana – Salão Diamantina, Ouro Preto/MG (2013). Seu trabalho também abrange a performance como “Enquanto desenho na sua superfície”, na exposição “Sobre o que se desenha” (Museu de Arte da Pampulha, em Belo Horizonte/MG – 2015); e “Borde Comigo” (Sesc Venda Nova, em Belo Horizonte) e Casa do Baile, também em BH – exposição Entre(Linhas) – 2014.

 

Comissão avaliadora

Janaína Melo

Janaina Melo é historiadora e educadora pós-graduada em pesquisa e ensino de arte contemporânea pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Trabalha há duas décadas como profissional de museus nas áreas de educação, investigação e desenvolvimento de programas públicos e curatoriais em diferentes instituições: Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte (MG); Instituto Inhotim, Brumadinho (MG), Museu do Ingá, Niterói (RJ). Durante sete anos, foi Gerente de Educação do Museu de Arte do Rio – MAR (RJ), contribuindo para a criação e o desenvolvimento do projeto pedagógico do museu denominado Escola do Olhar. Dentre as curadorias que realizou, destacam-se: Meu Mundo Teu – mostra individual de Alexandre Serqueira co-curadoria com Clarissa Diniz (Museu de Arte do Rio, 2016); Há Escolas que são gaiolas, há escolas que são asas, em cocuradoria com Paulo Herkenhoff (Museu de Arte do Rio, 2014). Em 2018, realizou a curadoria da exposição individual de Paulo Nazareth Faca Cega, no Museu de Arte da Pampulha, em BH. É membro e integra o Conselho de Administração do ICOM-BR (Conselho Internacional de Museus). Vive e trabalha em Belo Horizonte.

Márcio Sampaio

Desde os anos 1960, participa intensamente da vida cultural de Belo Horizonte, atuando como jornalista, escritor, crítico de arte, artista plástico, curador e gestor (Museu de Arte da Pampulha e do Palácio das Artes). Professor aposentado da Escola de Belas Artes da UFMG. Membro da Academia Mineira de Letras, desde 2015. Publicou livros de poesia, ficção e ensaios críticos sobre a obra de artistas mineiros, entre os quais, Mário Behring, Jorge dos Anjos, Álvaro Apocalypse, Eliana Rangel, Nello Nuno. Produziu cerca de 800 textos críticos publicados em catálogos, jornais e revistas. Realizou várias exposições individuais, tendo participações em coletivas e salões no Brasil e no Exterior, apresentando pinturas, desenhos, obras conceituais, poemas visuais e instalações. Sua obra se acha registrada no livro “Declaração de Bens”, e tem sido analisada por estudiosos em livros e meios eletrônicos. Em 2019, recebeu prêmio honorífico da Associação Brasileira de Críticos de Arte.

Marco Paulo Rolla

Marco Paulo Rolla é um artista multidisciplinar que desenvolve pesquisa artística desde 1987. Ele vive e trabalha em Belo Horizonte. Fez residência na Rijksakademie van Beeldende Kunsten – Amsterdam, Holanda, em 1998 e 1999. Desde 2001, é criador, coordenador, curador e editor do CEIA – Centro de Experimentação e Informação de Arte, além de professor da Escola Guignard, desde 2009. Realizou exposições individuais no Brasil, na Alemanha, na Argentina e na Holanda. Participou de exposições coletivas no Brasil e no exterior, como Sonsbeeck 2016, na Holanda, a programação de Performance da 29ª Bienal de São Paulo, em 2010, e a exposição “Terra Comunal”, com curadoria de Marina Abramovic, SESC São Paulo 2015.

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